Tanto para TI quanto para quaisquer outros tipos de instituições, a ISO 9000 designa um padrão para modelo de gestão da qualidade.
Certamente que seguir normas não garante a qualidade de um produto ou serviço, mas garante que, pelo menos que foi estabelecido por essas, está sendo feito. Utilizando de analogias não convencionais, vamos dizer que o mercado de TI é como em uma feira: muitos vendedores de produtos com a mesma função, são como os vários vendedores de tomates. Alguns supervalorizam a fruta, outros desvalorizam. Dessa forma, não é possível escolher o produto com a regra do "mais caro é melhor". Já que muitos realmente valem o pouco que custam, também é possível selecionar por "pegar qualquer um, pois são todos a mesma coisa". Em meio a essa gama enorme de opções, a barraquinha que diz "orgânicos" ajuda bastante! São realmente bons? Não se sabe, mas pelos menos são orgânicos. Comparando: ainda não há como afirmar que software realmente vai suprir as necessidades da empresa, mas se ele segue a ISO 9000, há como saber as normais às quais ele se enquadra.
Trabalhando com tecnologia ou em uma feira, quando se tem normas as coisas ficam (ou pelo menos deveriam ficar) mais fáceis, desde a análise à implementação. Mesmo que a empresa não siga as normas, o profissional tem opção de segui-las, dentro do possível e com o que existe na empresa. Ver a empresa como cliente dos seus serviços e não somente como o "empregador" do seu contrato de trabalho pode dar ao profissional uma visão mais empreendedora.
Nenhum comentário:
Postar um comentário